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Missão: Impossível – Efeito Fallout

Sexto longa da franquia em que o próprio Tom Cruise estrela as cenas de ação dá indícios de que este pode ser o último episódio

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Texto por Luís Gulherme Rodrigues

Foto: Paramount/Divulgação

Missão Impossível – Efeito Fallout (Mission: Impossible – Fallout, EUA, 2018 – Paramount) estreou nos cinemas no final de julho celebrando mais uma vez a união entre odiretor Christopher McQuarrie, o produtor JJ Abrams (Cloverfield, Lost, Westworld, Star Trek, Star Wars) e seu eterno protagonista Tom Cruise (hoje com 56 anos de idade, ainda com aquela pinta de galã que fez decolar sua carreira no cinema mas sem a mesma popularidade de outrora). A parceria já dura doze anos e vem desde 2006, quando Abrahams foi convocado por Cruise para reavivar a série cinematográfica (dirigindo e escrevendo o roteiro), então em seu terceiro longa-metragem. Agora, com ao recém-chegado sexto episódio, as coisas só melhoram. Por isso, o MONDO BACANA lista seis motivos para você entender o porquê deste ser o melhor filme da franquia.

Duas horas e 27 minutos de ação

O novo Missão: Impossível é o mais longo de toda a série nos cinemas. Uma duração bem incomum para um filme de ação. No caso de Efeito Fallout, a montagem eficiente proporciona um ritmo frenético que não cansa o espectador. Faz o público grudar no assento e se esquecer do Whatsapp por duas horas e meia. Uma atitude heroica.

Tom Cruise, o destemido

Não é novidade que o astro dispensa o uso de dublês nas cenas de perigo. As cenas ganham planos mais próximos e longos, sem aqueles recursos de edição para mascarar a presença de alguém nada parecido com o ator. Mas é admirável ver um sujeito quase chegando aos 60 ainda com muita disposição para arriscar a vida em cenas extremamente realistas. Cruise chegou a quebrar o tornozelo enquanto pulava de um prédio para o outro numa perseguição pelos telhados de Londres, mas continuou correndo como se nada tivesse acontecido. Detalhe: o exato momento do acidente entrou no corte final do filme. E essa nem é a cena mais impressionante…

O melhor deixado para o final

Entre as oito grandes sequências de ação de Efeito Fallout, a última delas é a menos indicada para cardíacos. Não dá pra contar muito sem dar algum spoiler. Mas se esta for a última missão do agente Ethan Hunt, será uma aposentadoria em grande estilo.

Easter eggs

Outro indicativo de que Efeito Fallout pode ser a última produção da franquia é a quantidade de referências aos filmes anteriores. Desde cenas parecidas até o retorno de antigos personagens, cada Missão: Impossível do cinema recebe uma homenagem. Uma retrospectiva de tudo o que a série já produziu de espetacular, empacotada num combo arrebatador.

Em time que ganha não se mexe

Brian de Palma, John Woo, JJ Abrams, Brad Bird e Christopher McQuarrie. Nessa lista de diretores que já passaram por Missão: Impossível, o último nome é o menos conhecido do grande público. McQuarrie tem mais experiência como roteirista. Sua primeira colaboração com Tom Cruise foi escrevendo o roteiro de Operação Valquíria. Mas foi na direção ousada e competente de Jack Reacher: O Último Tiro (apenas seu segundo trabalho na função) que ele conquistou a confiança do ator. Cruise não pensou duas vezes em convidá-lo para dirigir o filme anterior da franquia, Nação Secreta, e repetir a dose neste novo episódio.

Este vídeo

Meia hora dos bastidores de Efeito Fallout. Se ainda existe alguma dúvida de que Tom Cruise não usa dublês – ou de sua dedicação em entregar uma obra de ação extraordinária – assista a isso depois do filme.

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